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	<title>Conexões &#187; Sociedade</title>
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	<description>Serviços Web e Tecnologia Analisados por Edison Morais</description>
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		<title>Wi-Fi não está no cardápio, mas é cobrado</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 22:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão à Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[internet no celular]]></category>
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		<description><![CDATA[Um tempo atrás, donos de alguns cafés tiveram uma brilhante idéia: se eles colocassem revistas para seus clientes folhearem, as pessoas que estivessem sozinhas se distrairiam enquanto tomavam o seu café e se estivem confortáveis, embarcados na leitura, até poderiam pedir um outro café ou algo para comer. Pois o tempo passa e a fome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um tempo atrás, donos de alguns cafés tiveram uma brilhante idéia: se eles colocassem revistas para seus clientes folhearem, as pessoas que estivessem sozinhas se distrairiam enquanto tomavam o seu café e se estivem confortáveis, embarcados na leitura, até poderiam pedir um outro café ou algo para comer. Pois o tempo passa e a fome bate no estômago.</p>
<p>Pois bem, eis que alguns administradores, interpretaram erroneamente o sentido das revistas e seguiram o seguinte raciocínio: &#8220;Puxa, as revistas em cafés estão fazendo sucesso. Vou começar a vender.&#8221; &#8211; Claro, talvez também ele estive estimulado em combater o sumiço de algumas poucas revistas, mas ele acabou prejudicando sua clientela inteira. Não apenas ao deixar de prover um serviço que era gratuito, mas também de gerar fidelização pelo bem-estar. Mesmo que ele de fato vendesse as revistas com frequência, a pessoa estaria livre para levar sua publicação para casa e não precisaria mais pedir cafés para terminar de ler a reportagem. O dono do estabelecimento simplesmente deixou de ter como atrativo um ambiente gostoso de uma clientela fiel para se tomar café e passou a ter como fonte de renda complementar a venda de revistas, que concorria com qualquer banca de jornal &#8211; e não fidelizava nada.</p>
<p>Esse mesmo tipo de comportamento ganancioso dos administradores se repete em cafés, bares e restaurantes. Ao invés de prover a internet Wi-Fi como um serviço gratuito, eles passam a cobrar &#8211; inibindo o número de potenciais clientes dispostos a usar o serviço.</p>
<p>Eles simplesmente ignoram o fato de que quanto mais tempo o cliente ficar navegando livremente no estabelecimento, mais fome e sede ele terá, e a possibilidade de marcar um encontro com alguém naquele local aumenta.</p>
<p>Talvez esses administradores estejam receosos de que da mesma forma que há quem surrupie a revista, comece a frequentar um pessoal apenas para usar o local como uma <em>lan house</em> gratuita. Talvez ainda não perceberam que essa possibilidade é vantajosa, pois essas pessoas costumam ter vergonha na cara e navegar rapidamente com um objetivo em mente, como checar o e-mail. E quando ela for embora,  ao contrário da revista sumida, a internet continuará lá. Caso a navegação esteja interessante, e o &#8220;bicão&#8221; se demore,  a fome a sede vão chegar, e temos um <strong>novo cliente</strong> conquistado.</p>
<p>Algumas máximas do marketing não falham, mas parecem não serem postas em práticas: lucro a longo prazo vem cliente satisfeito.</p>
<p>Também está mudando uma pequena mudança de público-alvo que talvez ainda não foi percebido. Quando o Wi-Fi se tornou popular e começaram a surgir os hotspots em establecimentos comerciais,  esses eram pagos pois os que mais usariam eram os mais abastados executivos com seus Notebooks. Agora a nova geração de celulares já permite navegar com a internet no celular &#8211; ou seja o público utilizador de Wi-Fi se torna maior, mais jovem e não tão abastado financeiramente quanto há alguns anos.</p>
<p>Cada vez mais, cobrar pela internet Wi-Fi será tão absurdo quanto cobrar (diretamente) pelo uso do banheiro ou o guardanapo utilizado.</p>
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		<title>O celular que serve pra tudo, menos para falar</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 21:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Que o celular está se tornando um canivete suíço de funções já é fato. Aparelho onde a convergência é mais visível &#8211; com ele podemos aposentar o relógio, o desperatador, a máquina fotográfica e o videogame portátil. Isso nos modelos mais populares, pois os smartphones já tornam desnecessária a compra de um GPS e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o celular está se tornando um canivete suíço de funções já é fato. Aparelho onde a convergência é mais visível &#8211; com ele podemos aposentar o relógio, o desperatador, a máquina fotográfica e o videogame portátil. Isso nos modelos mais populares, pois os smartphones já tornam desnecessária a compra de um GPS e de uma TV de bolso.</p>
<p>Gravador de voz e calculadora são outras entre tantas funções que chamar de telefone é praticamente menosprezar o aparelho. A prova disso está na <a title="Em municípios sem sinal de celular, aparelho vira lazer - G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1262747-6174,00-EM+MUNICIPIOS+SEM+SINAL+DE+CELULAR+APARELHO+VIRA+LAZER.html" target="_blank">reportagem do G1</a> que mostra que mesmo nas cidades brasileiras que não têm sinal de celular, o aparelho tem utilidade e é muito usado pelos habitantes para diversão e utilidades das funções já citadas.</p>
<p>Só mesmo no Brasil, a tecnologia do aparelho celular chega antes do sinal.</p>
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		<title>Tradução de Feeds RSS &#8211; A web fala a sua língua</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 19:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[idioma]]></category>
		<category><![CDATA[feeds]]></category>
		<category><![CDATA[RSS]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente temos na internet a maior fonte de conteúdo que a humanidade sequer sonhou. Um conteúdo só estará inacessível se sua conexão tem um filtro de conteúdo (seja colocado pelo seu chefe ou por um chefe de Estado) ou se a página está em um idioma que você não tem familiaridade. No caso do idioma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 476px"><a href="http://www.flickr.com/photos/jswaby/3107365001/"><img title="What is Tapioca?" src="http://farm4.static.flickr.com/3017/3107365001_c1cbeefcfd.jpg" alt="A falha é quase inseparável da tradução" width="466" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">A falha é quase inseparável da tradução.   |   Flagrante de Jason Swaby</p></div>
<p>Atualmente temos na internet a maior fonte de conteúdo que a humanidade sequer sonhou. Um conteúdo só estará inacessível se sua conexão tem um filtro de conteúdo (seja colocado pelo seu chefe ou por um chefe de Estado) ou se a página está em um idioma que você não tem familiaridade.</p>
<p>No caso do idioma, é só olhar para a Wikipedia para ver o quanto ajuda saber inglês. Enquanto nem chegamos nos 500 mil artigos em português, em inglês já passam dos 2,5 milhões. Isso sem contar que muitas vezes, se olharmos o mesmo artigo da Wikipedia em inglês e português, a diferença de extensão e profundidade dos artigos é esmagadora, basta tomar como exemplo os artigos sobre constituição em <a title="Constituição na Wikipedia em português" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">português</a> e <a title="Constituição na Wikipedia em inglês" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Constitution" target="_blank">inglês</a>.</p>
<p>Felizmente o problema do idioma está sendo contornado gradualmente. Sistemas de tradução automática foram desenvolvidos desde os tempos do <a class="zem_slink" title="AltaVista" rel="homepage" href="http://www.av.com">Altavista</a>, já sabendo que esse seria um empecilho da comunicação na internet. O Altavista criou o Babelfish, que quem é fã do Guia dos Mochileiros da Galáxia entenderá o nome, mais do que apropriado.</p>
<p>O Google criou o <a title="Google Tradutor" href="http://translate.google.com/translate_t?hl=pt#">seu sistema de tradução</a>, mas continuava capenga e pouco confiável como o do Babelfish, mas recentemente essa história ganhou. Acada dia ele está ficando mais apurado.  Isso porque o Google abriu as traduções errôneas às sugestões de correção, e estatisticamente, o sistema aprende com os erros e ratifica os acertos.</p>
<p>A evolução do sistema de tradução permitiu incorporá-lo a outros serviços como o Google Reader e assim ter os feeds de um site me inglês, espanhol ou japonês em seu idioma.</p>
<p>Mas se você usa outro leitor de feeds, fique tranquilo, você também pode usar a tradução de feeds com o <a title="Tradução de feeds RSS" href="http://pt.mloovi.com/" target="_blank">Mloovi</a>, um serviço para ter feeds traduzidos pelo Google Translate em qualquer leitor de feeds, seja no Bloglines, no Netvibes ou em um leitor de feeds de desktop. É só colocar a URL do feed ou do do site que utilize feeds e ele gera um outro endereço para adicionar em seu leitor preferido.</p>
<div class="zemanta-img" style="margin: 1em; float: right; display: block;">
<div>
<dl class="wp-caption" style="width: 306px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.crunchbase.com/company/mloovi"><img title="Image representing Mloovi as depicted in Crunc..." src="http://www.crunchbase.com/assets/images/resized/0002/3415/23415v1-max-450x450.png" alt="Image representing Mloovi as depicted in Crunc..." width="296" height="83" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd zemanta-img-attribution" style="font-size: 0.8em;">Imagem do <a href="http://www.crunchbase.com/">CrunchBase</a></dd>
</dl>
</div>
</div>
<p>Para um fã de mangás sem conhecimento da escrita japonesa, por exemplo, com esse recurso você apenas precisa ter os sites ou blogs referência no assunto e as notícias mais fresquinhas deles serão entregues no conforto do seu leitor de feeds, junto com a notícias em seu idioma local.</p>
<p>Vale lembrar que as traduções, apesar de bem melhores ainda não são perfeitas, e o resultado é melhor quanto mais populares forem os idiomas utilizados para tradução, assim é de se esperar que uma tradução <em>inglês &gt; português</em> dê melhores resultados que uma <em>búlgaro &gt; português</em>. De qualquer forma a tradução já serve para se ter uma idéia do tema central da notícia, aí e só fazer uma busca mais detalhada sobre o assunto em sites no seu idioma para se informar melhor.</p>
<p><strong>Dica:</strong> Um outro uso que você pode fazer do Mloovi é colocar seu próprio feed no serviço e um link para visitantes internacionais visitarem seu site no idioma deles. Por exemplo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a title="Put this URL in your Feed reader" href="http://mloovi.com/h/2276e77550c6f9193f6ff387dbb9260c" target="_blank">Read Conexoes in English</a></strong></p>
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		<title>10 Maneiras de Garantir Uma Conexão e Nunca Ficar Sem Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão à Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde as 23 horas do dia 2 de julho de 2008 até as 17 do dia 4, fiquei sem internet. O provedor da Telefônica, o Speedy sofreu uma pane de proporções nunca vistas em parte alguma do mundo. E o pior, eles ainda desconhecem o motivo exato &#8211; ou seja, não sabem o que fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde as 23 horas do dia 2 de julho de 2008 até as 17 do dia 4, fiquei sem internet. O provedor da Telefônica, o Speedy sofreu uma pane de proporções nunca vistas em parte alguma do mundo. E o pior, eles ainda desconhecem o motivo exato &#8211; ou seja, não sabem o que fazer para evitar situações parecidas.</p>
<p>Para se ter idéia das proporções da crise, até meu celular da operadora Vivo (que também é da Telefônica) não conseguiu acesso pela rede de dados por um bom tempo.</p>
<p>Nas minhas atuais funções, dependo totalmente da internet, já que todas minhas conexões de trabalho estão na Itália e nem o telefone de todas elas possuo. Uso o Skype, e mesmo que meus contatos divulgassem o número residencial no perfil, e estivesse disposto a encarar a caríssima ligação internacional, não conseguiria acessar com o Skype offline. Não só isso, muitos documentos que usamos estavam compartilhados no Google Docs, portanto, inacessíveis. Me vi completamente amarrado. E não fui o único.</p>
<p>Sendo assim, elaboro abaixo um guia com medidas preventivas para que quem for seguir as recomendações, tenhas suas frustrações minimizadas. Claro, como tudo na vida, não é 100% seguro, mas com o investimento necessário, você só ficará sem internet em casos de um colapso inimaginável na internet.</p>
<h3>Pequeno Guia de Prevenção aos Apagões de Internet</h3>
<ol>
<li>Certifique-se de que não ficar <strong>sem internet por causas indiretas</strong>, como a falta de energia, ou o não pagamento das contas dos provedores de energia elétrica. Assim, pague suas contas em dia, coloque no débito automático, ou então adicione um lembrete no seu programa de Calendário favorito, ou <a title="Remember The Milk - To Do Lists" href="http://www.remeberthemilk.com">gerenciador de tarefas</a>. Uma boa opção é configurar o serviço para mandar um lembrete no seu e-mail principal.</li>
<li>Ainda em relação à energia elétrica, se assegure que quando começar a falta de luz, vocé tenha tempo hábil para mandar um e-mail notificando quem depende ou espera uma posição sua do outro lado da conexão. Assim, sugiro a aquisição de um No break. Com poucas centenas de reais, você garante um pouco de paz, <strong>a certeza de ter salvo o eu trabalho e de nào ter danificado</strong> nenhum componente do eu computador (cujo reparo sairia bem mais caro que o <a href="http://preco2.buscape.com.br/no-break.html" target="_blank">No break</a>). Você pode se considerar isento desse item se possui um laptop, mas lembre-se de que seu modem e roteador wi-fi de banda larga usam a energia, e seria bom tê-los ligados a um no-break, a menos que você possa usar como modem o seu celular ou aqueles modems de internet 3G.</li>
<li>Por falar em <strong>modem 3G</strong>, esse é nosso terceiro item a considerar. Se você usa laptop, já deve ter, se não tiver lhe será uma mão na roda no dia-a-a. Principalmente se vocé viaja muito para o interior ou pretende trabalhar remotamente em cafés (boa parte do wi-fi hotspots são pagos &#8211; indiretamente &#8211; pela Vex). Se vocé só tem desktop (computador de mesa, com gabinete e tudo mais), mas tem mais de um em casa a idéia do modem 3G é uma boa também, já que um plano com transferência ilimitada sai por 99 reais. Assim é possível usar a internet com uma boa conexão sem se estressar com os downloads que outro morador deve estar fazendo. De qualquer forma, um modem 3G é uma conexão extra que serve de backup de qualquer um.</li>
<p><a href="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/07/modem-3g.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16" title="modem-3g" src="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/07/modem-3g-300x196.jpg" alt="Modem 3G com slot para o chip da operadora aberto." width="300" height="196" /></a></p>
<li>Ao escolher um plano de internet 3G para modem, a não ser que você consiga um bom desconto na mensalidade (o que acho muito difíicil), evite da mesma operadora do seu celular. Assim você tem <strong>duas redes de dados para escolher como backup</strong>. A do modem 3G de uma operadora que vocé assinou conexão ilimitada, e a rede de dados do seu celular. Lembre-se que na atual pane da telefônica, a rede de dados da Vivo também foi prejudicada. Se tivesse o modem da TIM estaria mais tranqüilo.</li>
<li><strong>Seu celular</strong>, como já citado, provavelmente pode servir como modem para o seu notebook ou seu computador de mesa verifique o manual e veja se acompanha um cabo USB. Alguns modelos oferecem a opção de conexão bluetooth, mas isso acaba com a bateria do celular bem rápido, use o bluetooth de preferência com o celular ligado no carregador. E habilite o plano de dados da sua operadora se for usar essa opção com frequência ou em longos períodos, caso contrário a conta no final do mês virá amarga. Você deve saber que um ponto negativo dessa conexão, é que ela inabilita o celular de receber chamadas quando em uso, o que é mais um motivo para considerar o modem 3G.</li>
<li>Vá à caça de <strong>Cyber-cafés ou Lan Houses</strong>. Sim, eles ainda existem. Inclusive, a tal inclusão digital ocorreu com as Lan Houses. Muitas tem equipamentos de primeira estão prontas para receber quem veio trabalhar. Procure conhecer algumas no seu bairro.</li>
<li>Se você tem wi-fi, com certeza já deve ter experimentado <strong>procurar por redes abertas</strong>. E porque não usar uma se descoberta quando a minha cair? Essa é uma questão ainda não consensual. Só pediria o bom senso de usar a conexão para o essencial, evitar downloads pesados e tomar cuidados de segurança com redes abertas.</li>
<li>A minha internet caiu mas a do vizinho não. O que eu faço? Se nas redes próximas identificadas na procura sugerida no item anterior, você identificou um vizinho ou algum conhecido, mas a rede está fechada, peça a senha gentilmente. Claro que isso vai depender do nível de instrução da pessoa. Às vezes a pessoa nem tem a senha ou <strong>não faz a mínima idéia do que é wi-fi</strong>. Está aí uma oportunidade para fazer amigos nerds.</li>
<p><a href="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/07/wi-fi-zone.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-17" title="wi-fi-zone" src="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/07/wi-fi-zone-150x150.jpg" alt="Símbolo indicando a presença de sinal de internet Wi-fi no ambiente" width="150" height="150" /></a></p>
<li>Saia para um Café ou Restaurante que tenha Wi-Fi. Apesar da grande maioria ainda usar Vex, há os que deixam conexões abertas ou <strong>deixam as senhas com os garçons</strong>. Só fique atento para os riscos de usar uma conexão aberta compartilhada. Não me vai usar o Internet Banking num hotspot aberto, onde além do tráfego dos dados, há a visibilidade se sua tela por outros.</li>
<li>Garanta a conexão na casa de um amigo. Saiba de alguém que tenha um provedor de internet diferente do seu e que você ou ele <strong>não se incomodariam em passar parte do dia</strong> na casa um do outro. Ao cair a internet, ligue para ele, veja se a dele funciona. Se sim, vá e leve seu notebook, até o desktop, se possível. Lembre-se de levar um cabo ethernet extra se não houver wi-fi. E não se esqueça de retribuir o favor quando a situação for inversa.</li>
</ol>
<p>Tentando essas alternativas, você só vai ficar sem internet quando der problema em um cabo submarino, ou algo fora dos padrões. Seria um caso de crise, paralisação bancária e entre as suas preocupações, a internet seria uma pequena coisa.</p>
<p><em>&#8220;Mas eu sou muquirana e não vou pagar 100 paus para uma conexão de backup ou me rebaixar pedindo a senha para usar o wi-fi daquela vizinha lazarenta.&#8221;</em>, você pode estar dizendo.</p>
<p>OK, às vezes vocé não tenha tanta urgência mesmo em usar a internet, pode esperar um pouco para ver seus scraps no Orkut ou então está esperando um crescimento na renda para poder bancar a mensalidade de um modem 3G. É por isso que estou fazendo mais uma lista, esta de <a title="Um rápido guia para backup das informações essenciais online" href="http://conexoes.edisonmorais.com/2008/07/como-garantir-o-acesso-as-informacoes-da-internet-mesmo-sem-conexao/" target="_blank">como garantir o acesso às informações na internet mesmo offline</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Internet e o idioma inglês</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 22:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>
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		<description><![CDATA[Ela está aí, ligando o mundo, mas não há como negar, na internet predomina o idioma inglês e a cultura americana. É só estudar a história da Internet e ver que a rede, antes ARPANET, foi um advento norte-americano estratégico na Guerra Fria. Da função bélica, passou para o meio acadêmico, com uma rede que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela está aí, ligando o mundo, mas não há como negar,  na internet predomina o idioma inglês e a cultura americana. É só estudar a <a title="História da Internet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Internet" target="_blank">história da Internet</a> e ver que a rede, antes ARPANET, foi um advento norte-americano estratégico na Guerra Fria. Da função bélica, passou para o meio acadêmico, com uma rede que interligava os institutos de pesquisa das universidades. Com a evolução natural da rede, a <em>World Wide Web</em>, temos que as inovações quase sempre se dão em solo norte-americano (embora lançadas virtualmente para o mundo), e isso não deve mudar tão cedo.</p>
<p>Entre os principais fatores que garantem a dianteira norte-americana sobre a rede estão:</p>
<ul>
<li>O órgão regulador dos identificadores únicos na internet (domínios, endereços IP), o <a title="ICANN em São Paulo" href="http://www.icannsaopaulo.br/" target="_blank">ICANN</a> está sediado nos EUA e vinculado com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos.</li>
<li>A entidade que desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos que estão na Web, o <a title="W3C - World Wide Web Consortium" href="http://www.w3.org/" target="_blank">W3C</a>, também é sediado em solo americano</li>
<li>O Vale do Silício e as altas empresas de tecnologia estão nos EUA</li>
</ul>
<p>Observando pelo lado cultural</p>
<p>Se olharmos o quanto as novas gerações (em especial as classes média e alta) fomos introduzidos à cultura americana com os filmes, seriados, e <em>escolinhas de inglês</em>, veremos uma certa relação entre os usuários de internet no Brasil, classe social, largura de banda e domínio de idiomas.</p>
<p>Ou seja, quem tem uma relação mais próxima/trabalha com a Internet no Brasil, tem uma certa intimidade com a cultura americana. No domínio do inglês, isso é nítido. Por exemplo: para desenvolver um Website, ou programar, é necessária uma noção básica de inglês, sendo que quanto mais inglês você sabe, melhor desenvolvedor e programador poderá se tornar (não só os comandos de programação, mas a maioria da documentação está em inglês).</p>
<p>Em termos de cultura, também é explicado.  Os grandes hits da Internet (Orkut, YouTube, Flickr), em suas épocas de &#8220;novidade&#8221; só havia versão em inglês. Ou seja, foi dessa turma que surgiram os <em>early-adopters</em> que tornaram e divulgaram a aplicação <em>cool </em>e trouxeram massa crítica pra determinar o sucesso do domínio da vez. (No caso do YouTube, no início os vídeos não só estavam no idioma inglês, mas tratavam de assuntos da cultura americana.<br />
<a href="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/06/omg-wtf.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11" title="omg-wtf" src="http://conexoes.edisonmorais.com/wp-content/uploads/2008/06/omg-wtf-300x224.jpg" alt="OMG (Oh My God)!  WTF (What the Fuck)! " width="300" height="224" /></a><br />
Tenho sérias suspeitas de que quanto maior a familiaridade com internet do indivíduo, mais imerso na cultura americana ele está. No extremo, os Geeks de um mundo globalizado sabem a língua inglesa para programar e a linguagem de programação é a mesmo em qualquer canto do mundo. Nos fóruns de discussão, imagens como essa acima compõem o repertório de piadas nerds (americanas) e geram a cultura de internet que não se limita à geografia, só ao idioma; e por enquanto, o mais falado é o inglês.</p>
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