Usos alternativos e criativos para a câmera fotográfica
Máquina fotográfica, não saia de casa sem ela. Além de nunca perder um momento que renderia uma foto única (a não ser que você esqueça de carregar as baterias), há usos alternativos muito interessantes apontados pelo site Photojojo (em inglês).
Aproveitando que sua câmera é digital, assim suas fotos podem ser vistas e excluídas sem esforço ou prejuízo, ás vezes é mais fácil e rápido tirar uma foto do local onde você parou o carro do que anotar o código da vaga, ou então na hora de anotar o modelo dos cartuchos da impressora na hora de comprar novos, fotografar placas para pegar os números de telefone ao invés de anotar enquanto dirige.

Leve para a loja os números dos cartuchos da impressora sem papel
Claro, se o seu celular tem câmera, suas preocupações são menores, mas ainda sim, se carregar uma câmera digital (quer dizer, sem o telefone junto), você pode tirar fotos de textos curtos, como as instruções de um mapa que poupariam uma impressão descartada após o uso. (Algumas câmeras, assim como o modo noturno, têm um modo específico de texto.)
Seja quando falta papel e caneta ou quando as especificações são muitas e melhor explicadas visualmente, uma foto é o caminho mais prático.
O Photojojo incrementou com duas dicas as 10 do site original.
Crie Links para trechos de vídeos do YouTube
Essa dica simples que aprendi, mas muito útil quando você quer demonstrar algo ou provar um argumento usando um vídeo que está no YouTube, só que se esse vídeo for muito longo, é capaz da pessoa se distrair se for ver o vídeo no começo e não prestar antenção no que você que demonstrar.
Para isso basta adicionar à url do vídeo do youtube a tag #t=05m12s (no caso, 5 minutos e 12 segundos).
Assim, vou usar como exemplo um vídeo de demonstração do Palm Pre, o smartphone que promete ser um rival de peso para o iPhone com tela Multi-touch e sinergia entre os aplicativos locais e os serviço web (Facabook, Wikipedia, Google Maps, etc.). O Problema é que a demonstração completa demora mais de 26 minutos e só quero mostrar o último recurso que é a busca inteligente do sistema operacional. Como assisti o vídeo inteiro, sei que ele está nos 21 minutos e 38 segundos, assim a url para o link deverá ser:
http://www.youtube.com/watch?v=R33Lc8cOXRs#t=21m38s
Atenção: Lembre-se de sempre usar 2 dígitos para os minutos e os segundos.
Tradução de Feeds RSS – A web fala a sua língua
Atualmente temos na internet a maior fonte de conteúdo que a humanidade sequer sonhou. Um conteúdo só estará inacessível se sua conexão tem um filtro de conteúdo (seja colocado pelo seu chefe ou por um chefe de Estado) ou se a página está em um idioma que você não tem familiaridade.
No caso do idioma, é só olhar para a Wikipedia para ver o quanto ajuda saber inglês. Enquanto nem chegamos nos 500 mil artigos em português, em inglês já passam dos 2,5 milhões. Isso sem contar que muitas vezes, se olharmos o mesmo artigo da Wikipedia em inglês e português, a diferença de extensão e profundidade dos artigos é esmagadora, basta tomar como exemplo os artigos sobre constituição em português e inglês.
Felizmente o problema do idioma está sendo contornado gradualmente. Sistemas de tradução automática foram desenvolvidos desde os tempos do Altavista, já sabendo que esse seria um empecilho da comunicação na internet. O Altavista criou o Babelfish, que quem é fã do Guia dos Mochileiros da Galáxia entenderá o nome, mais do que apropriado.
O Google criou o seu sistema de tradução, mas continuava capenga e pouco confiável como o do Babelfish, mas recentemente essa história ganhou. Acada dia ele está ficando mais apurado. Isso porque o Google abriu as traduções errôneas às sugestões de correção, e estatisticamente, o sistema aprende com os erros e ratifica os acertos.
A evolução do sistema de tradução permitiu incorporá-lo a outros serviços como o Google Reader e assim ter os feeds de um site me inglês, espanhol ou japonês em seu idioma.
Mas se você usa outro leitor de feeds, fique tranquilo, você também pode usar a tradução de feeds com o Mloovi, um serviço para ter feeds traduzidos pelo Google Translate em qualquer leitor de feeds, seja no Bloglines, no Netvibes ou em um leitor de feeds de desktop. É só colocar a URL do feed ou do do site que utilize feeds e ele gera um outro endereço para adicionar em seu leitor preferido.

- Imagem do CrunchBase
Para um fã de mangás sem conhecimento da escrita japonesa, por exemplo, com esse recurso você apenas precisa ter os sites ou blogs referência no assunto e as notícias mais fresquinhas deles serão entregues no conforto do seu leitor de feeds, junto com a notícias em seu idioma local.
Vale lembrar que as traduções, apesar de bem melhores ainda não são perfeitas, e o resultado é melhor quanto mais populares forem os idiomas utilizados para tradução, assim é de se esperar que uma tradução inglês > português dê melhores resultados que uma búlgaro > português. De qualquer forma a tradução já serve para se ter uma idéia do tema central da notícia, aí e só fazer uma busca mais detalhada sobre o assunto em sites no seu idioma para se informar melhor.
Dica: Um outro uso que você pode fazer do Mloovi é colocar seu próprio feed no serviço e um link para visitantes internacionais visitarem seu site no idioma deles. Por exemplo:
Visual da plataforma Mac
Não é preciso andar muito para encontrar um fã de Macintosh. Saindo da posição de nicho, e com auxílio de outros produtos como iPod e iPhone, a quantidade de novos usuários de Mac está aumentando.
Uma das vantagens do sistema operacional da Apple é que junto com o sistema já vêm vários programas inclusos, alguns que você pagaria para uma funcionalidade similar com qualidade na plataforma Windows, como o aplicativo de Post-its online.
Como muitos programas já são parte do próprio sistema, que é fabricado pela mesma empresa do hardware, eles funcionam muito bem e tem um forte apelo visual.
Foi com a intenção de reforçar os pontos positivos na estética do Mac OSX, que esse clipe toma emprestado a interface do sistema para ser realizado.
Poderia dizer que o clipe inteiro é uma captura de tela acelerada. Algo simples em recursos, mas valioso como linguagem.
Aprenda todos os recursos do Photoshop

Você conhece todas as possibilidades de recursos do Photoshop?
O Photoshop é uma ferramenta profissional e os melhores efeitos são obtidos com uma sequência de ações simples. Se você deseja fazer pequenos ajustes em fotos como cortar (crop), alterar cores, talvez você nem precise do Photoshop, você pode usar ferramentas gratuitas na internet como o Pixlr (um editor de imagens online) ou então baixar programas também gratuitos como o GIMP e o Paint.NET.
Mas se a sua paixão é a manipulação e edição de imagens digitais, você pode recorrer ao nosso pesado, pago, mas super-completo Photoshop. Só é preciso tempo para aprender todos os recursos. Faça um favor a você e não compre aquelas revistinhas de Banca de Jornal prometendo Curso de Photoshop Básico, Avançado, Completo, etc. Hoje já é possível encontrar tutoriais de todos os passos. A maioria dos tutoriais está em inglês, mas não é difícil de acompanhar sendo a maioria deles mais visual que escrito. Além do mais é melhor seguir passos ainda olhando para a tela do que mudando o pescoço de posição para ler em uma revistinha cada passo.
A oferta de Tutoriais de Photoshop é tão ampla que o blog Elite By Design fez uma compilação na forma de curso. Partindo do zero, explicando a interface e vai progredindo para os passos mais complexos como o domínio da ferramenta caneta (pen tool) aplicação de máscaras, efeitos, etc.
A proposta dele é que seguindo o Cronograma, em uma semana você já esteja dominando o Photoshop. Se quiser tentar, o endereço é: http://elitebydesign.com/how-to-master-photoshop-in-just-one-week/
Caracteres Especiais no Twitter – TwitterKeys
Falei aqui há pouco tempo sobre os caracteres especiais, vocês devem ter percebido que enquanto alguns temfunções de denominar moeda, ou expressão matemática, outros são mais figurativos. Provavelmente você deve ter se dado conta disso ao digitar um texto no Word com a fonte Wingdings ou Webdings.
E perceberam que na onda dos microblogs, onde cada caractere é precioso entre os 140, que eles podem usar esses símbolos no Twitter, que a codificação UTF-8 aceita. São os TwitterKeys, com um bookmarklet que é acionado, uma janela com caracteres especiais figurativos é aberta copiar e colar símbolos e reduzir seus microposts.
Arrisco-me a dizer que foi uma idéia ♺ do CopyAndPaste.com, mas a originalidade do uso, torna a idéia digna de um post.
O Sentido do Twitter
Estava discutindo outro dia com o meu amigo @pasqualon sobre o Twitter.A discussão estava engraçada pois ele que estava twittando assiduamente, antes era contrário à ferramenta. Aqueles xiitas que já alegavam que o Twitter era perda de tempo, fútil e todas as outras coisas que quem não conhece o serviço pode pensar.
Eu mesmo já fui assim. Apesar de ser early-adopter e muitos serviços web, no Twitter fiquei relutante em entrar, mas decidi e não me arrependo.
É uma outra linguagem. Difícil de compreender até começar a usar e perceber uma conversação em paralelo ao mundo que vivemos. A minha experiência mais marcante com o Twitter foi na Campus Party. Eram muitas atrações simultâneas, e com uma só olhada no Twitter se conseguia ter uma cobertura geral do evento e decidir para onde ir. Foi como uma rádio aberta a todos que sintonizavam no #cparty e contribuíam, só que por texto.
Enfim, o resultado imediato da discussão saiu um Twitt que resumia a constatação do que era o Twitter. Ou seja, sua experiência no Twitter só será fútil se você se cercar de pessoas fúteis (coincidentemente, a mesma coisa se aplica para a vida).
Fiquei de escrever mais sobre o assunto, e acabei fazendo um artigo melhor explicando o Twitter. Esse artigo achei mais sensato publicar no Webinsider, que alcançaria uma audiência maior e tornar mais fácil o esclarecimento da ferramenta, inibindo quaisquer pré-conceitos.
A matéria você pode conferir aqui: Duas ou três coisas que faltava dizer sobre o Twitter
Digitando Caracteres Especiais
O teclado do computador é até o momento a melhor forma de escrever no computador. Mesmo com programas com reconhecimento de voz ou de escrita, não há modo mais rápido e com menos falhas do que o bom e velho teclado.
Justamente por dependermos tanto desse teclado, filho da máquina de escrever, nos estressamos quando lidamos com um teclado desconfigurado ou com teclas falhando. Quem já passou por isso provavelmente se estressou muito antes de um pequeno macete vir à cabeça. Abrir uma página de texto e copiar o caractere que não está saindo e colar no seu texto.
Quanto maior a sua afinidade com a informática, mais você utiliza o teclado, como atalhos (Ctrl+X, Alt+Tab, etc.), e se você é uma dessas pessoas, percebeu que temos mais símbolos do que teclas no teclado. E que caracteres como o ‽, ◊,♥, e o ♪ não estão nem desenhados no teclado.
Assim, temos que usar os Alt Codes, que é a tecla Alt pressionada + uma sequência numérica. Decorá-los seria uma tarefa homérica, por isso você pode usar tabelas como essa abaixo para imprimir e consultar.
Caracteres Especiasi no PC
Mas esses símbolos são difíceis de aparecer em outro texto para usar o macete do Ctrl+C, Ctrl+V. Eis que surge um site muito simples só com esses símbolos só para esse objetivo. Uma referência para cópia, o CopyPasteCharacter.com.
É claro que se você pegar a versão HTML dessa tabela, como nessa página, você também pode copiar os caracteres especiais dela, mas tenho que concordar que os caracteres grandes e a URL chamativa, tornam o CopyPasteCharacter um site com maiores chances de ser recomendado e receber mais links, mesmo tendo relativamente poucos caracteres.
Google Chrome e a Privacidade
Depois de finalizar o artigo anterior, chegam por Twitter (via @rodrigostimpy) duas recomendações de posts que fizeram testes e se surpreenderam em alguns pontos do navegador Chrome que são assustadores por expor a sua privacidade.
A primeira se refere à OmniBar, uma mistura de barra de endereços com barra de busca. Enquanto no Firefox, no Flock e aé no Internet Explorer elas ficam separadas, no Google Chorme digitando qualquer coisa, ele já te traz resultados relevantes. O problema é que para isso, tudo o que você digita nessa barra, mesmo sem apertar enter, mesmo que você apague depois, pronto, já foi pro Google.
Veja só a comunicação com o servidor enquanto digita uma simples URL como a “www.whatismyip.com” Confira no post original outras análises.
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=ww HTTP/1.1
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=www HTTP/1.1
…
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=www.what HTTP/1.1
…
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=www.whatismyip.c HTTP/1.1
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=www.whatismyip.co HTTP/1.1
GET /complete/search?client=chrome&output=chrome&hl=en-US&q=www.whatismyip.com HTTP/1.1
A segunda notícia vem com o histórico do navegador, que indexa o texto das páginas para uma pesquisa aprofundada no seu histórico, bem parecido com o Google Web History, só que offline. Humphrey Cheung, o autor do post original, vê que mesmo em páginas seguras com o https, o conteúdo é indexado livremente. Até site do seu banco. Ou seja, se sua sua mulher, sua sogra, até uma visita que sentou no seu computador procura no histórico “extrato” ou até “R$”, lá vêm as páginas do seu banco indexadas.
Perigoso? Ameaça à privacidade? Tirem suas próprias conclusões.
5 motivos de como Chrome é um péssimo passo do Google

O Chrome é o navegador do Google lançado ontem, e vem com a promessa de ser rápido nas páginas que executam muitos JavaScripts. Não vou nesse post discutir a qualidade do produto em si, apenas discursar em como o fato de o Google lançar um browser pode ser prejudicial para ele mesmo, pois aponta incongruências no perfil da empresa.
1. Não se encaixa na missão do Google
Sendo a missão do Google declaradamente, “Organizar a informação do mundo”. Um browser não faz nada disso como serviço. Já se notava um desvirtuamento dessa função, ao comprar e lançar mais serviços. Se é um serviço como o Google Maps, ainda se enquadra em sua missão, pois está fazendo a organização cartográfica do mundo, mas quando o serviço é o Google Docs, não há muito sentido comprar uma empresa que já faz o serviço, para transpô-lo nos servidores do Google.
2. Chama a atenção para o seu monopólio
O Chrome não esbanja recursos. É leve por isso, não vai ter as extensões do Firefox nem outras funcionalidades como leitor de RSS integrado. Isso porque o Chrome foi desenhado para privilegiar aplicações web, em especial as cheias de JavaScript como as do Google. É possível até criar um atalho no desktop para o Gmail ou Google Calendar, por exemplo.
Vocês já perceberam como hoje já é possível passar quase todo o seu tempo online navegando nos servidores do Google? Uma checada nos emails do Gmail, depois as notícias do Reader até checar no Google Agenda e perceber que está atrasado para uma reunião, e ver o endereço de destino no Google Maps. Um software (browser) para navegar preferencialmente nessas aplicações só reforça essa idéia.
3. Deixa sem sentido sua parceria com a Mozilla
O Google sempre ajudou a fundação Mozilla, a instituição por trás do Firefox. Sempre houve um espírito de parceria e cooperação entre as duas empresas, mas o lançamento do Chrome torna as coisas um pouco estranhas.
Mesmo sabendo que o Chrome se apóia em plataformas e tecnologias do Firefox e do Safari, e também que foi renovado até novembro de 2011 o contrato de cooperação da Fundação Mozilla com o Google, me parece óbvio que os esforços em inovação do próprio Google serão mais direcionados para o seu navegador próprio.
O Firefox mesmo com grandes ações de marketing voluntário de sua comunidade, pena para conseguir mercado. E o Google lança um navegador para complicar a história.
Não estou certo se o Chorme é um concorrente direto do Firefox. Mas fugir do seu core-business para lançar um produto concorrente ou substituto de um empresa com a qual coopera, está um pouco longe do mete “Don’t be Evil” (Não seja malvado) da empresa.
4. Privacidade
Sem dúvida, o Chrome segue a linha de usabilidade dos serviços web resultando em uma interface limpa e intuitiva. Tudo claro para o usuário final, o histórico é mais fácil de acompanhar com data e hora, mas não fica claro aonde está sendo armazenado esses dados. O foco para web apps, a falta de uma documentação mais completa, e a similaridade com o Web History (online) aumentam a preocupação com a privacidade no Chrome.
Isso sem contar as partes estranhas do Termo de Serviço do Chrome.
5. Vêm planejando há tempos
Quem acompanha os lançamentos de serviços do Google, como o Gmail, e o Google Calendar (ou Google Agenda) sabe que primeiro ele lança o serviço em inglês e depois adapta em outros idiomas, inclusive com tutoriais no YouTube em outros idiomas. Só que dessa vez o lançamento foi mundial e em vários idiomas. Somando com o tempo de desenvolvimento de um navegador, isso já estava nos planos do Google há um bom tempo.
Quando é um software, como o Google Talk, e o Google Desktop, normalmente ele é divulgado no Google Labs, e não na home do Google.
É reamente raro e estranho esse tipo de divulgação para um produto novo e tçao polêmico. Para aparecer o link de divulgação em uma das páginas mais acessadas da internet, o Google deve ter grande fome por uma fatia no mercado dos navegadores.
Conclusão
Na minha opinião, com um navegador o Google rompe de vez com sua Missão e seu mote. Se por ventura o Google mudar algum desses itens para se adequar a seu novo posicionamento, é difícil e dá medo pensar no que pode vir.

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